sexta-feira, 14 de julho de 2017

Perdido no Pico da Bandeira



O Pico da Bandeira é o 3º maior pico do Brasil, localizado na divisa dos estados de MG, ele fica dentro do Parque Nacional do Caparaó.
Quando visitei o local em 2015, notei que o mesmo era de fácil navegação, a trilha bem marcada era bem sinalizada, inclusive para navegação noturna.
Mas no último domingo dia 9 de junho de 2017, um professor mineiro se perdeu. Segundo informações de portais de noticias na internet, o professor já tinha realizado a trilha outras vezes, e, se perdeu por conta da forte neblina durante o trajeto.
Após quatro dias desaparecido, ele foi encontrado com a ajuda de um cão farejador. Segundo entrevistas ele sobreviveu apenas com uma barra de chocolate durante os dias em que esteve perdido.  
A região registra sempre recordes de temperaturas negativas, mas o fato e do sobrevivente ter boa condição física, dito em uma entrevista que queria sobreviver e queria ser encontrado foi o combustível mental para que a história terminasse com um final feliz.





Pontos onde são praticado turismo de aventura como montanhas, canyons, reservas florestais podem esconder esse tipo de perigo. É comum pessoas se perderem nesse tipo de ambiente e as vezes serem resgatadas a metros da trilha principal.
Já me perdi algumas vezes em perímetros pequenos e voltar a trilha requer calma, memória visual e fazer uma boa marcação como referência. Uma bússola com um bloco de anotações e um lápis podem lhe ajudar muito nessa situação.

Como ninguém está livre de se perder, não depender do amigo mais experiente ou do guia é fundamental. Treine navegação e orientação, aprenda a utilizar uma bússola,  leve na sua mochila durante suas aventuras algumas barras de proteína daquelas que valem (quase) por uma refeição, são leves e em uma situação adversa vão lhe dar energia para continuar buscando por socorro. 



segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Você sabe iniciar uma fogueira? Veja algumas dicas!

Item indispensável para qualquer aventura, uma pederneira só vai lhe ser útil se souber usar da maneira correta. Tenha sempre um "isca" de fogo, seja algodão com parafina, raspas de madeira, algodão carbonizado etc. Sempre domine mais de uma maneira de fazer fogo, tenha em mãos sempre mais de uma maneira de iniciar uma chama, um bom isqueiro, uma lupa, fósforos e uma pederneira guardados juntos com sua isca em um case impermeável vai lhe dar segurança e tranquilidade na hora de ascender a fogueira no seu acampamento! 





Veja o vídeo abaixo com algumas dicas.



sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Review da mochila Cargueira NTK Gyzmo 60 litros


Com o lançamento da cargueira Gyzmo 60 Litros a Nautika subiu de patamar. As mochilas cargueiras Nautika são excelentes quando falamos de mochilas de entrada, baratas e resistentes, nesse modelos os pontos fracos foram corrigidos, leia abaixo as novidades que esse modelo recém lançado traz.
A mochila cargueira Gyzmo de 60 litros tem um ótimo acabamento e todos os arremates bem feitos. Zíperes de qualidade, tiras e fivelas robustas e ótimos engates.




Vamos começar nossa analise pela que julgo ser a parte principal de uma mochila cargueira, a ergonomia. A grande queixa sobre as mochilas da Nautika era a falta de estrutura e conforto no costado da mochila. Muitas mochilas consideradas cargueiras não tinham um costado confortável, barrigueira acolchoada e estrutura metálica para sustentar a mochila.
A Gyzmo 60 litros possui essas qualidades fundamentais para aumentar o conforto do aventureiro e para diminuir o cansaço e dores nas costas com uma postura desconfortável.
Nesse ponto a mochila é surpreendente, possui uma barrigueira muito confortável e bem acolchoada, um centro muito macio que ficará em contato com sua lombar, a estrutura é formada por duas hastes de alumínio com uma leve curvatura côncava que afasta o centro da mochila do corpo e permite a circulação de ar ajudando a aumentar a ventilação nas costas. As alças para os ombros também são muito confortáveis com fechamento no peitoral, permitindo um ótimo ajuste e conforto ao carrega-la com todos os seus equipamentos!




As alças dos ombros e a barrigueira podem ser removidas para facilitar a higienização dessas partes. No apoio para lombar ainda existe um velcro para remover as espumas e EVA para limpeza.
Compartimentos
Existem três formas de acessar o bolso principal, a primeira é pelo topo, segunda pelo zíper frontal vertical e a terceira é pelo zíper inferior. Esse sistema inteligente facilita muito quando se quer algo que está no meio ou no fundo da mochila, sem a necessidade de retirar todos os itens do topo para pegar o que está no fundo. Dentro do compartimento principal existe uma divisória para colocar um reservatório de água, mas esse é o ponto negativo, tem o compartimento, mas não tem um gancho para segurar o reservatório.



Externamente existem quatro bolsos laterais, dois de tela e outros dois com zíper para squeezes. Um bolso grande no topo para itens que devem estar sempre à mão. Um pequeno elástico no topo pode ajudar naquele momento que quer prender algo pele por fora da mochila e não perder tempo.



No fundo encontrasse duas fitas ajustáveis onde você pode colocar um isolante térmico ou algo semelhante. No fundo da mochila encontra-se também a capa de chuva, acondicionada em um pequeno bolso com zíper. Fitas de compressão laterais e dois suportes para piquetas de gelo, mas cabem perfeitamente seus bastões de caminhada.



Ela pesa 1,710 kg, claro poderia ser mais leve, mas tem um peso bom e é bem balanceada, feita com material resistente e de boa qualidade como o poliuretano e poliéster tafetá de alta tenacidade disponível na cor preta com detalhes cinza e na cor azul e cinza. Essa mochila promete aguentar várias temporadas em uso efetivo se bem cuidada.
Um ponto forte é o par de fechos sobressalentes para manutenção da mochila, aconselho deixar sempre junto com a mochila caso precise de um reparo rápido!

Mochila equipada e carregada





Conclusão, a mochila vale o preço cobrado, claro que alguns detalhes poderiam fazer a diferença como gancho para segurar o reservatório, mas por oferecer a estrutura em alumínio, capa de chuva e um bom material, os pontos positivos se sobressaem e a mochila cargueira Nautika Gyzmo se torna uma ótima opção para uma cargueira de 60 litros.

Link para comprar em nosso site: http://www.casatatica.com.br/busca/?s=gyzmo

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Review da mochila Squal 30 litros da Alpen Pass










No universo de mochilas entre 28 e 35 litros para uso misto a Squal da Alpen Pass é uma das melhores opções. Sua qualidade e acabamento são de uma mochila top de linha, mas com a vantagem de um preço justo e até 60% mais barato que as concorrentes da mesma categoria.

A mochila é bonita e com compartimentos inteligentes, você consegue colocar tudo o que precisa para ir para o trabalho, faculdade e academia ou nas suas aventuras de final de semana de uma forma bem organizada.

Fabricada em nylon (fundo extra resistente em nylon 1680D/PU  e corpo em nylon 400D e 420D ripstop) e com fivelas também de poliamida. Com materiais de alta qualidade essa mochila pesa apenas 930 gramas.
São 30 generosos litros de capacidade bem divididos, um bolso grande principal que comporta um notebook com tela de até 17”, em um compartimento especial com espuma no fundo para amortecer pequenos impactos caso tenha que colocar a mochila no chão rapidamente.



No compartimento principal além do notebook tem espaço de sobra para livros, roupas ou um par de tênis.



No bolso intermediário está um conjunto de bolsos e divisórias que você pode guardar seu tablet, celular, chaves e canetas de forma bem organizada com espaço de sobra para itens de maior volume também.



O bolso frontal com zíper vertical possui uma tela interna para não deixar suas coisas jogadas e balançando enquanto você caminha.



Nas laterais a mochila conta com bolso para garrafas de água e no topo pequeno bolso no topo da mochila, forrado com fleece, para pequenos objetos e, principalmente, celular/smartphone e music players.



Um das partes mais importantes da mochila é como ela se ajusta ao seu corpo. Alças dos ombros acolchoadas, ergonômicas e reguláveis. Painel costal com placa de interna EVA para maior conforto e ventilação mesmo com a mochila pesada.



Já deu para notar que ela atende bem no dia a dia e claro que é perfeita para usar no final de semana também para trilhar, passear e viajar!

Com preço médio de R$330,00 a mochila Squal da Alpen Pass desequilibra a balança do custo benefício, afinal por um custo baixo ela oferece muitos benefícios.

Link para compra: http://www.casatatica.com.br/produto/mochila-alpen-pass-squall-30l/506/


quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Picos mais altos do Brasil - Montanhismo

Os cinco Picos mais altos do Brasil - (Dados do IBGE)

Gosta de trekking, escalada, montanhas, frio e um visual de tirar o fôlego? Então descubra aqui quais são os 5 picos mais altos do Brasil!

1º Lugar: Pico da Neblina (Serra do Imeri, AM) com 2.995m.



2º Lugar: 31 de Março (Serra do Imeri, AM) com 2.974m.



Os dois primeiros picos estão localizados no norte do estado do Amazonas na Serra do Imeri. Situado em uma área remota e de difícil acesso, esses dois picos estão dentro de um reserva indígena dos Ianomâmis. Para acessar esses picos é necessária uma autorização formal do ICMbio e a contratação de guias credenciados.



Em média se leva de 7 a 9 dias para chegar até os Picos, iniciando a trilha com um 4x4 em seguida usando de canoas “voadeiras” para subir o rio Cauburis para começar uma longa e cansativa jornada por terrenos difíceis e alagados. Você vai passar por todo tipo de obstáculo que a floresta amazônica pode fornecer para lhe deixar exausto!

3º Lugar: Pico da Bandeira (Serra do Caparaó, divisa do ES e MG) com 2.891m.



O pico tem esse nome por causa do imperador Pedro II, por volta de 1859 o imperador determinou que fosse colocada uma bandeira do Império naquele que, na época, era tido como o ponto mais alto do Brasil.



Localizado na divisa dos estados do Espirito Santo e Minas Gerais era considerado o ponto mais alto do Brasil até 1965 quando foram feitas as primeiras medições no Pico da Neblina e no Pico 31 de Março.




É o pico mais acessível das montanhas mais altas do Brasil, com trilhas bem marcadas, mas ainda sim você estará exposto às mudanças bruscas de temperaturas podendo chegar a -17º no inverno durante a noite.



4º Lugar: Pedra da Mina (Serra da Mantiqueira, divisa de MG e SP) com 2.798m.



O quarto pico mais alto do Brasil leva esse nome por conta de quatro pequenos riachos que brotam quase do topo da montanha. Primeira subida documentada é datada do ano de 1955. A Pedra da mina faz parte de uma das mais lindas travessias do país a travessia da Serra Fina na Serra da Mantiqueira. O acesso para a Pedra da mina exige um bom preparo físico já que o aventureiro enfrentará subidas íngremes e técnicas. 



Leve muita água e roupas para o frio. As melhores épocas para chegar ao cume são durante a temporada de montanha que é entre o outono e inverno onde a probabilidade de uma tempestade forte com descargas elétricas é menor. 

5º Lugar: Agulhas Negras (Serra da Mantiqueira, divisa de MG e SP) com 2.790m.



O quinto lugar fica em primeiro no coração de muitos montanhistas. A beleza do lugar é algo incrível para ser contemplado de todos os ângulos. O Acesso ao cume é bem técnico e é sempre importante contratar um guia credenciado.





Fora as vias de acesso normal os cume o Pico das Agulhas negras conta com diversas vias de escalada, a maior parte no maciço das Prateleiras.

Prateleiras
O Pico das agulhas negras ficou muito famoso nos anos 80 após uma forte nevasca que transformou completamente a paisagem que atraiu a atenção de turistas e da grande mídia na época!

Neve no Pico das Agulhas Negras na década de 80


REFERÊNCIAS


sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Alerta aos viajantes: Hantavirose




Você sabia que existe uma doença transmitida por roedores silvestres (ratinhos que vivem em matas) chamada Hantavirose? É uma doença particularmente importante para quem vive próximo a ambientes silvestres, ou tem contato com esses ambientes em viagens e passeios. Esta doença está distribuída em todas as regiões do Brasil e o número de casos vem crescendo ano a ano.



O grande responsável por isso tudo é um vírus de RNA, chamado Hantavírus que pode causar as formas clínicas da febre hemorrágica, a síndrome renal por hantavírus e a síndrome cardiopulmonar por hantavírus. Em outras palavras, uma doença grave que leva a óbito 4 dentre 10 pacientes diagnosticados. Há 32 tipos de hantavírus no mundo, sendo que 3 deles já foram identificados no Brasil.



Mas como esses vírus são transmitidos dos inocentes ratinhos silvestres aos inocentes visitantes humanos? Bem, secreções como saliva, fezes e urina de roedores contaminados secam e se misturam à poeira da terra e do ar, a principal forma de transmissão se dá quando a pessoa inala a poeira em que o vírus esteja presente. Há ainda a possibilidade de transmissão através da pele (contaminantes em contato direto com ferimentos ou mordedura de rato). O contato do vírus com mucosas é também uma fonte de contaminação, ou seja, se você tocar um local contaminado e, distraidamente, levar as mãos à boca, olhos ou nariz pode se tornar a próxima vítima.





A Hantavirose parece surgir em maior número entre os meses de março e agosto, durante o período de seca, coincidentemente período de preferência para o montanhismo. Isso acontece pois, com o fim das chuvas, os alimentos ficam escassos e os roedores saem para buscar alimentos perto dos habitats humanos. Além disso, a falta de chuva favorece a dispersão de aerossóis contaminados, ou seja, a poeira de um solo muito seco de ambiente silvestre pode ser uma fonte de contaminação aos viajantes.





Por curiosidade, os roedores não desenvolvem a doença e tornam-se portadores sãos, o que os torna transmissores pela vida inteira. Já em humanos, os sintomas são febre, dores musculares e de cabeça, diarreia e vômito, dificuldade para respirar, taquicardia, tosse seca, hipotensão e edema pulmonar, podendo evoluir para insuficiência respiratória aguda e óbito.
Após a contaminação, o início da doença se dá entre 3 e 60 dias. Assim, em caso de mal estar relacionado aos sintomas descritos, é importante informar ao médico onde mora e por onde passou nos últimos sessenta dias.
Infelizmente ainda não existe vacina ou tratamento específico e a única maneira de evitar o pior é o diagnóstico precoce e o manejo hospitalar adequado.
Como mencionei, existe o risco de contrair a doença durante passeios ou em qualquer contato mais íntimo com a natureza. Mas não se desespere! Existem algumas formas de prevenir essa contaminação. Se você gosta dessas atividades, evite práticas como deitar diretamente no chão, acampar com locais com presença de fezes de roedores ou de outros pequenos animais e andar descalço. Além disso, se for levar alimentos, deve mantê-los em recipientes hermeticamente fechados.



Saiba que em ambiente externo, a concentração do vírus diminui sensivelmente mas de qualquer maneira, não se deve descuidar quando se trata de qualquer atividade que possa levantar poeira, mesmo em ambiente bem ventilado.
Vale lembrar que está proibida a captura de roedores sem a presença e orientação da equipe do Instituto Adolfo Lutz/Fiocruz e equipamentos de proteção adequados, então evite bancar o herói. Lembre-se de que você que está na “casa” desses pequenos animais silvestres e não o contrário.  
Com cuidado, todo mundo se diverte sem prejudicar a saúde ou a natureza.


REFERÊNCIAS

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Artes Marciais e combate com faca - Sobrevivente Urbano

Artes Marciais e combate com faca




Tornando-se um sobrevivente urbano

É de conhecimento geral que a compra de armas de fogo no Brasil é extremamente difícil e o porte é praticamente impossível.
Então como você pode se defender de alguém que queria atentar contra sua vida?
Já pensou em treinar defesa pessoal, treinar alguma arte marcial que lhe permita sair de uma situação de risco?

Se não pensou vou lhe dar motivos para pensar!
01- Frieza para evitar um combate desnecessário
02- Habilidades de se defender e atacar
03- Ganhará mais disciplina
04- Aprender a não desistir
05- Ganhará confiança

Esses são alguns motivos, mas você deve encontrar seu motivo para começar a praticar uma arte marcial.
Um sobrevivente urbano deve desenvolver várias habilidades e em um cenário de crise saber o mínimo sobre como se defender pode salvar a você e sua família.




Qual arte marcial escolher?
No Brasil existem muitas artes marciais e você deve escolher a que lhe mais lhe desperta o desejo de pratica-la com dedicação. Cada arte marcial tem seu ponto forte como: quedas, socos, chutes, lutas agarradas ou no chão. Mas seja qual você escolher como o Boxe, Muay Thai ou Jiu-Jitsu você deve treinar com entusiasmo.

Boxe
Boxe

Muay Thai

Muay Thai

Jiu Jitsu

Jiu Jitsu



Após a arte marcial escolhida é hora de treinar, mesmo que por algum motivo deixe de frequentar os treinos não deixe de praticar o que aprendeu para manter sua mente alerta. Só o treinamento e prática vai lhe permitir sair de uma situação de risco.

A maioria das artes marciais tem como pilar de suas filosofias o autoconhecimento. O praticante se sente tão seguro a ponto de não entrar em combate por motivos banais ou simples provocações. Ter autocontrole é fundamental.






Algumas dicas importantes para um sobrevivente urbano.

01 - A melhor maneira de vencer um combate é evitando-o.
02 - Se não for capaz de neutralizar seu agressor fuja.
03 - Pratique sempre a técnica de sua preferência, só o treino vai poder lhe garantir sucesso no combate.
04 - Seja frio e analise cautelosamente a situação.
05 - Esteja pronto para se ferir ou pagar com a vida caso decida reagir.
06 - Se for morrer, não morra sem lutar.
07 - Caso decida participar de um combate com facas ou corpo a corpo haverá implicações legais. Opte por fugir, mas se não for possível, sobreviva!



Combate com facas



Existem artes marciais que ensinam muito sobre combate com lâminas e instrutores que desenvolveram e aprimoram métodos de combate com facas. Uma lâmina bem afiada aumenta seu potencial defensivo e se for preciso ofensivo também. Se bem manuseada pode acabar com um combate em segundos.





Uma lâmina bem manejada pode ser tão danosa e letal quanto uma arma de grosso calibre. Para aqueles que dominam combate com lâminas um simples canivete pode significar uma vantagem muito grande sobre um oponente.











Procure um profissional de renome para treinar combate com lâminas, caso não tenha um na sua cidade, assista vídeos e veja ilustrações nacionais e internacionais sobre o assunto, é possível atingir um bom nível sendo um autodidata.





Treine com um amigo, com um marcador como aqueles usados em quadros brancos, faça facas de EVA para treinar e pratique bastante. Estude anatomia e pontos vitais.

Qual a lâmina ideal?



Velocidade e reflexos treinados são essenciais em combates desse tipo. Se decidir carregar uma lâmina com você para se defender deve se tornar íntimo dela, escolha com cuidado, ela deve ter uma empunhadura anatômica, algo de porte discreto e saque rápido!
(Verifique a legislação vigente sobre o porte de arma branca)



Quando se trata de carregar uma lâmina em ambiente urbano a mesma deve ser pensada e repensada.
Ter mais de uma lâmina é fundamental, em dias frios um casaco pode deixar uma faca maior mais portátil, se for campar um facão é extremamente normal e conveniente.
Existem muitos modelos, Karambit, Push Dagger, Punhais, Fulltang´s entre outras, mas a faca deve ser uma extensão dos seus braços e deve principalmente aumentar seu raio de ataque e defesa. Uma lâmina muito grande e pesada pode deixa-lo lento e sem precisão nos movimentos.
Mas para saber qual é a lâmina ideal você precisará empunhar muitas e sentir qual lhe passa mais segurança.
Mantenha suas lâminas sempre bem limpas e afiadas, treine o saque rápido.











Algumas observações:

Mantenha distância e avalie se realmente é necessário o combate.
Procure manter o autocontrole e nunca arremesse sua faca
Em um combate com facas, nunca use o braço desarmado como escudo.
E principalmente lembre-se que você pode e irá sofrer consequências judicias por usar uma arma branca de forma inadequada.  Usar uma lâmina em brigas não é legítima defesa a não ser que o agressor também esteja usando uma faca ou arma de fogo. Se usar uma faca em uma briga você poderá ir para a cadeia.
Verifique a legislação vigente sobre o porte de arma branca.




Bons treinos!